Uma teoria chamada “geometria sagrada” propõe que é possível encontrar, em todo o Universo, certos padrões geométricos repetidos.

Sua análise se baseia em figuras aritméticas pré-determinadas, que ajudariam a compreender intuitivamente a complexidade do ser e do cosmos.

Assim, por exemplo, ao desenhar um tetraedro (composto por dois triângulos justapostos) nos astros que compõem o Sistema Solar, seus vértices correspondem aos paralelos 19,5° de latitude sul e norte. E é, curiosamente, nesses paralelos onde estão localizados os maiores focos de instabilidade dos planetas.

A maior quantidade de explosões ou manchas solares ocorre precisamente nos dois paralelos 20° do Sol.

No paralelo 19,3° norte de Marte, encontra-se Olympus, o maior vulcão de todo o Sistema Solar.

A Grande Mancha Vermelha de Júpiter, um grande foco de tempestade, localiza-se no seu paralelo 19,5° sul.

Em Netuno, é possível observar, também no seu paralelo 19,5° sul, uma grande mancha escura, cuja origem ainda não foi determinada.

A Terra não é uma exceção: na latitude 19,5° norte, encontra-se o vulcão Mauna Kea, do Havaí, o mais ativo do planeta.

E, na Lua, estão as extrusões de lava Mare Tsiolkovsky, aos 19,5° latitude sul, e Mare Moscoviense, aos 19,5° latitude norte.

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