Os viajantes do tempo deixaram evidências em diferentes lugares da Terra, alguns céticos não acreditam que estas evidências sejam para uma explicação aceitável sob suas convicções.

A viagem no tempo atualmente não seria possível, embora algumas teorias científicas são de que um dia poderia se realizado tal proeza. Mas as evidências de viajantes do tempo que tem sido encontradas no meio  arqueológico continuam sendo de difícil explicação, e muitas vezes a ciência esconde ou finge não está dando muita importância, de modo a esconder muitos fatos.

Os enigmas e mistérios que têm tratado a questão dos viajantes do tempo sempre causam discordâncias entre os meios de estudos. Por isso é um tema muito interessante, porque há realmente um monte de objetos chamados de “Ooparts”, que são objetos ou marcas que não podem pertencer a época em que são datados. São uma clara evidência de que os humanos caminharam quando a ciência não poderia existir ou até mesmo a espécie humana.

Irei mostrar algumas provas que sustentam a teoria de viajantes no tempo. Lembrando que muitas delas não se tem muita repercussão na mídia, pois como já foi comentado, exigem sigilo quando se trata de tais evidências.

As melhores provas da existência de viajantes do tempo podem ser encontrada em pegadas ou trilhas deixadas em lugares que pertencem a uma época em que quase todo mundo iria concordar que nenhum ser humano poderia ter as deixado.

Uma marca de sapato foi descoberta em 2002 por James Snyder, uma pessoa que vive na base de uma montanha em uma floresta de Cleveland, EUA, e sempre teve uma vida bastante tranquila até que um dia, em 2002, descobriu uma pegada fossilizada no granito da montanha na parte de trás de sua casa. De acordo com a análise na pegada que foi impressa e incorporada no granito, os peritos observaram que a marca pode ser de cerca de 1 bilhão de anos.

No mês de agosto de 1882, H.W. Harkness é citado pela revista Proceedings, da Academia de Ciências da Califórnia, com a descoberta de um conjunto pegadas que aparentemente tinham sola de sapato diferente.

No registro, o professor indica que as pegadas são do período Plioceno, estimando que as pegadas poderiam ter uma idade de cerca de 1,8 milhões de anos. Acrescentando que a distância de uma pisada a outra indica a altura dos indivíduos entre 1,70 e 2,00 metros de altura.

O New York Times informou em 1938 a descoberta de pegadas em Kentucky, Estados Unidos. Pegadas  humanas fossilizadas no arenito que marcaram no período Permiano, abrangendo 310-290 milhões de anos atrás, numa época em que a ciência afirma não existirem humanos.

O paleontólogo Jerry MacDonald em 1987 encontrou uma variedade de pegadas de animais e de pássaros que datavam do período Permiano, entre as quais foram encontradas pegadas humanas. Analisados, sua idade varia entre 290 e 245 milhões de anos, muitos milhões de anos antes de existirem pássaros, tipos de animais, muito menos humanos.

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