São pedras com formato discoide e são  encontradas em vários  Países como Peru, China e Brasil. Segundo alguns ufólogos estas pedras se formam a partir da irradiação de um intenso campo eletromagnético das naves extraterrestres, que causam uma reação química capaz de aglutinar, no ar, minerais provenientes do solo e subsolo, vindo a ocasionar uma verdadeira “chuva de pedras”, as quais teriam  esse formato em razão da energia em forma espiral envolvida na sua formação, sendo que interagem positivamente no nosso campo eletromagnético, promovendo uma estabilização.
Inúmeras pedras discoides foram descobertas incrustadas em rochas a cerca de vinte metros de profundidade, em meio ao arenito de formação eólica, cujos grãos de areia que compõem essas rochas são muito finos e homogêneos, tudo demonstrando que o vento, formador das dunas, seria incapaz de transportar as pedras discoides, inúmeras vezes mais pesadas que os grãos de areia, já que deveriam existir outros minerais ou rochas no local, para tornar viável tal hipótese, não encontrados, no entanto, tudo indicando a presença extraterrestres em solo brasileiro, em tempos remotos, diante da profundidade e características do solo onde foram localizadas ditas pedras, especialmente.
As características do solo, profundidade e demais itens ponderados pelos pesquisadores do Projeto Portal e cientistas que investigaram o caso, indicam que as pedras discoides localizadas no subsolo surgiram na era Mesozóica, no final do período Jurássico, há pelo menos 150 milhões de anos. Vários cientistas pesquisaram as pedras discoides  em laboratórios, incluindo europeus e norte-americanos, entre outros.
Cientistas Europeus, em 2002 concluíram que a composição da pedra discoide é seria argiloso, com as mesmas propriedades da superfície do planeta Marte, prestando a ela característica de coloração avermelhada, concluindo que elementos de composição das mesmas não existem no Planeta Terra.
Os laboratórios Norte-Americanos, por sua vez, em análise realizada no ano de 2003, descobriram campos magnéticos em duas pedras discoides analisadas, e, depois de fatiá-las, com a ajuda de um microscópio petrográfico, foram surpreendidos pelo resultado que revelou que as referidas pedras, antes de possuírem a forma discoide, estiveram submetidas a uma temperatura mínima de 1200o C, em razão da presença de cristais de quartzo com a superfície derretida, anulando eventual teoria de que essas formações pudessem ter surgido do gotejamento por saturação, em cavernas, por exemplo,visto que tal processo seria obtido a frio.
Além dos cristais de quartzo derretidos, os Norte-Americanos,também encontraram incrustados na pedra discoide vários cristais de Cubanita, um minério extremamente raro na natureza, já que eles somente vêm do espaço por meteoros ou pelo choque de algum outro corpo celeste, como cometas, não fazendo parte naturalmente da natureza terrestre. A cubanita é tão rara que somente se teve notícia dela em 1843, na ilha de Cuba, que lhe emprestou o nome, nada se conhecendo a respeito até aquele momento. Cada cristal de cubanita tem uma vida própria, tem uma frequência eletromagnética que pulsa sozinha, é como se fosse uma pedra viva, a qual está sincronizada com a Frequência de Ressonância Schumann.
Não bastasse tudo isso, o professor Gomma, do mesmo laboratório, identificou a presença de outros dois cristais, cuja composição não pode identificar, referindo-se aos mesmos como algo desconhecido.
Mas, a maior surpresa ficou por conta do fenômeno da estratificação, que consiste na forma como as camadas de sedimentos se acumulam, no caso, se apresentando de dentro para fora, em espiral, nas pedras discoides, quando o normal é as camada se depositarem umas sobre as outras, pela ação da gravidade, ou em círculos concêntricos, como ocorre em gotejamento nas cavernas, cujo fenômeno ficou incompreendido pelo professor Gomma, o qual afirmou que as pedras discoides “sofreram algum tipo de força em espiral”. O laboratório em questão também descartou a possibilidade da formação das pedras em comento serem procedentes de vulcões, pela diferença de tamanhos, cores e composições das mesmas.
Muitas delas são ocas e outras possuem uma massa branca não identificada em seu interior. Concluíram, por fim,que 97% de cada objeto analisado é impossível de ser fabricado com tecnologia terrestre.
Sendo assim, de acordo com as pesquisas realizadas, as pedras discoides não são pedras naturais da terra, são formadas ou produzidas por tecnologia desconhecida, compostas por elementos desconhecidos e são a prova de que não estamos sós e de que a terra, há milhões de anos, vem sendo visitada por inteligências extraterrestres, mesmo quando nem mesmo existia a raça humana.
Fonte: UFO12

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